domingo, 7 de setembro de 2014

Minha Sede - Olindo Santana

E como carrego comigo
a estranha convicção do teu desejo,
ainda me tenho guardado,
a memória do calor dos teus beijos.
E como não consigo
em outras bocas matar minha sede,
terei que transportar o teu rio,
para mergulhar na minha rede.