sábado, 27 de setembro de 2014

Desejos - Olindo Santana

Ah, no primeiro instante em que ti vi,
parece que me consumi,
de tantos desejos em mim se alimentando.
Te juro, perdi a noção,
e por tanto desejar-te,
te peço perdão,
porque envergonha-me
impura imaginação.
Mas devo confessar em segredo,
que apesar de sentir tanto medo,
não sei amar de outro jeito,
e não posso conter o profano desejo,
de ter tua pele acariciando os meus beijos.